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• Com nova malha aérea, aeroportos de SP têm movimento calmo.

No primeiro dia da nova malha aérea, com a suspensão de 62 vôos do Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, o movimento era tranqüilo nos aeroportos da cidade. Na manhã desta segunda-feira, 1º, Congonhas tinha dois vôos cancelados e quatro com atrasos superiores a uma hora, sendo que 42 estavam programados até às 8 horas, segundo a Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero).

No Aeroporto Internacional de São Paulo (Cumbica), em Guarulhos, a situação também era calma. Até às 8 horas, o aeroporto tinha 56 vôos previstos, sendo que apenas dois tinham sido cancelados e cinco registravam atrasos superiores a uma hora. Cumbica deve receber, a partir desta segunda, a maioria dos vôos que foram suspensos em Congonhas.

A malha aérea de todo o País foi redesenhada e fará com que 62 vôos da TAM e da Gol, líderes do mercado doméstico, deixem de operar em Congonhas. A maioria deles já foi transferida para Cumbica, sendo que outros serão extintos. Com as mudanças, Congonhas perderá o status de principal centro de distribuição de vôos - o chamado hub - do País.

As novas regras impostas em julho pelo Conselho Nacional de Aviação Civil (Conac) também proíbem escalas e conexões, limitam em 33 o número de operações (pousos e decolagens) por hora e estabelecem um raio de 1.000 quilômetros para as viagens com origem ou destino em Congonhas. Na prática, as restrições vetam os vôos diretos para cidades nas Regiões Norte, Nordeste e parte da Centro-Oeste. A aviação geral (jatos executivos e táxi aéreo) seguirá utilizando o aeroporto, mas com menor volume de tráfego. A divisão será de 3 slots (permissão de pouso ou decolagem) por hora para aviação geral e 30 para a comercial.

Fonte: Estadão.com.br

 
• Brasil é reeleito para grupo I do Conselho da OACI

O Brasil foi reeleito para o Conselho Permanente da Organização de Aviação Civil Internacional (OACI), no sábado (22/09), durante a 36ª Assembléia da OACI, em Montreal, Canadá.  O resultado mantém o país no grupo I, composto por 11 dos 190 membros da Organização. O mandato do Conselho, órgão dirigente da OACI, é de três anos. Com isso, o Brasil assegura participação nas deliberações do colegiado, para o qual tem sido eleito desde sua criação. O Brasil obteve 147 votos dos 167 países votantes, ou seja, 88% de aprovação. O Brasil foi o mais votado entre os países da América Latina e ainda ficou à frente da Inglaterra e do Canadá.

Com a eleição, o Brasil assumirá também uma das quatro vice-presidências da Assembléia, como reflexo de sua tradição no campo da aviação civil internacional. A Assembléia da OACI é o principal evento da aviação civil mundial no âmbito governamental. Dedicados ao estabelecimento das linhas mestras para o transporte aéreo e a navegação aérea internacionais no triênio 2008-2010, os trabalhos realizados pelos 174 países presentes dão mostras de que o Brasil mantém, no plano internacional, não apenas sua capacidade de atuação, mas também seu prestígio dentro daquele foro.

Os demais países que compõem o grupo I da OACI juntamente com o Brasil são: Alemanha, Austrália, Canadá, China, Estados Unidos, França, Itália, Japão, Reino Unido e Rússia. A 36ª Assembléia da OACI começou no dia 18 e será encerrada na sexta-feira.

Fonte: ANAC

 
 
 
 
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